terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Cordas Agustine Imperial Blue (REVIEW)

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

A VACINA X A POLÍTICA (Quem sai perdendo?)

domingo, 24 de maio de 2020

ACABOU AS AULAS NA QUARENTENA | LIVE #3

7º ANO AULA #3 | CIÊNCIAS NA QUARENTENA

8° ANO AULA #3 | CIÊNCIAS NA QUARENTENA

9º ANO AULA #3 | CIÊNCIAS NA QUARENTENA

LIVE | PAPO EM BRANCO #6 | ANA JOFILSAN (ESPANHA)

LIVE - PAPO EM BRANCO #5 | PROF. ALEXSANDRO ALBERTO

AULAS NA QUARENTENA - LIVE #2

9º ANO AULA #2 | CIÊNCIAS NA QUARENTENA

8º ANO AULA #2 | CIÊNCIAS NA QUARENTENA

7º ANO AULA #2 | CIÊNCIAS NA QUARENTENA

PAPO EM BRANCO #7 | LIVE | PROFª AUXILIADORA PADILHA

domingo, 5 de abril de 2020

Alimentação Orgânica

Em meio a pandemia de COVID-19, em quarentena, tenho pensado em um monte de coisas. Uma delas é: alimento. Na verdade são várias coisas condensadas em uma. Eu estou imaginando como seria se o Brasil plantasse e colhesse apenas alimentos orgânicos e ainda mais, inspirado nas ações e experiências do MST. Tenho lido, assistido muita coisa sobre agrotóxicos além de ter postado um vídeo falando sobre isso no meu canal e só faz crescer minha preocupação, e o meu desânimo com o país, com a série de problemas que isso pode causar para nós, como desmatamento, extinção das abelhas, câncer só pra citar alguns e sobretudo pensando na qualidade de vida da minha filha, Olívia. 

Esses tipos de coisa dentro da realidade da pandemia me faz refletir se iremos superar a lógica do máximo consumo de alta velocidade, de alta descartabilidade, de obsolescência programada das coisas, de degradação ambiental, poluição e do capitalismo curto, grosso, que visa e persegue apenas o lucro. Será que depois dessa crise mundial causada vírus repensaremos e agiremos dando o real valor a ciência e a educação? Repensando os meios de produção? Sendo mais humanos com os humanos e com o nosso próprio hábitat? Utilizando a alta tecnologia aliada ao conhecimento tradicional para conseguimos permanecer vivendo nesse planeta em quanto espécie de fato integragada ao ambiente? É eu também queria saber isso tudo...

Arte e ciência

Antes da ciência entra na minha vida, mas precisamente em 2006, a arte já estava bastante presente, seja na genética dos meus pais, da minha mãe artista plástica, design e escritora ou do meu pai músico, compositor e violonista e também claro escutando música.
Sempre escutei música na vida, desde a amamentação, que minha mãe colocava Egberto Gismonti nas alturas, na adolescência passei a escutar muita coisa, bossa nova, jazz, MPB, Rock 'n roll entre outras coisas, coisas essas que ninguém do meu ciclo de amizades/idade escutava. Gostava muito de frequentar os vários festivais de rock recifences onde pude ver shows de Devotos, Querosene Jacaré, Skeik Tosado, Chico Science e Nação Zumbi, Lenine e Lula Queiroga. Esses últimos três que ganharam o mundo nos anos posteriores e agora recentemente pude analisar que em suas obras existe uma boa pitada de ciência nas suas letras e nas suas intenções. As referências são várias. Lenine mas recentemente gravou o álbum Carbono, elemento químico primordial da vida, outro exemplo é a faixa cupim ferro, que tem um verso que diz: "sempre topei com madeira de lei a ciência já me fez cupim de ferro". Com Lula talvez seja maior ainda essa ligação, seja no último álbum Aumenta o Sonho de 2017 com o verso "todas as ciências penduradas no varal" fora várias várias outras. Com isso fui percebendo o quão a arte e a ciência estavam naturalmente presente na minha vida, lembro-me das primeiras aulas de física/biofísica do Prof. Gilson Barros que utilizava um texto sobre criação artística e produção científica. A essência do escrito diferenciava a ciência e a arte no seu ineditismo. Se Darwin (e Watson) não tivesse desenvolvido a ideia de evolução por seleção natural, mais cedo os mais tarde, outro cientista teria chegado a mesma conclusão com outra nomenclatura, possivelmente. Mas já com a arte, é bem diferente, pois se não fosse Michelângelo nunca existiria o teto da capela Sistina como conhecemos hoje, nenhum outra pessoa criaria a mesma obra. 

Essas características distintas da arte e da ciência são que manté-nas juntas a mim na minha formação (contínua) em quanto ser humano. Talvez seja isso que não me faz separar a ciência do biólogo/professor do músico/artista que gravou o 1 álbum (mini) aos 30. Comecei a escrever esse post em 2018 e termino agora só pra dizer que ciência e arte são inerentes a mim e a todo o ser humano, de alguma forma.

sexta-feira, 13 de março de 2020

EDUCAÇÃO SEXUAL | VIDA DE PROFESSOR #14

Aula sobre educação sexual

 É impressionante como a educação sexual ainda é um tabu em pleno século 21. Essa aula deu muito o que falar devido a ferramenta pedagógica ainda incomum utilizada. Mas de uma coisa tenho certeza, eles jamais esquecerão dessa aula e espero que levem esses conhecimentos para a vida, pois essa é a função do professor, sobretudo para uma comunidade em que as meninas (e os meninos) engravidam e tem filhos muito cedo com 14 e 15 em média. Além disso conhecer o próprio corpo e preserva-lo é de extrema importância, sobretudo numa época onde temos números alarmantes de casos de AIDS entre jovens no Brasil de 2020 onde outrora tínhamos números muito menores. Precisamos caminhar para frente, com uma educação que seja formadora de uma sociedade mais justa e saudável.


domingo, 1 de março de 2020

Ódio on line

Sou apenas eu que comento na internet com emoção e responsabilidade? O que leva esse fenômeno de exagerar nas emoções (do mal) para interagir nas redes?

Árvore

Sol brilha para todos mas as sombras das árvores não é pra todo mundo não...

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Quem serei?

Em um remoto final de janeiro prestes ao início do ano letivo de 2020, há uma retrograda pergunta que assombra milhões de jovens (e adultos): “Qual será a minha profissão?”. Penso de modo particular que a preocupação deveria ser maior sobre quem é esse jovem (ou adulto) ou apenas: “Quem sou eu?” Antes de responder a primeira pergunta aos muitos curiosos (que talvez o ame, outros nem tanto) questione a si mesmo a segunda pergunta, pois ao dar o mergulho interno surgirão pistas de tudo àquilo que poderá ser, ou talvez devesse ser. Assim em tempos cada vez mais voláteis uma pausa é necessária, a fim de evitar algumas decepções futuras. Presenteie-se com uma pausa que possibilite uma retomada interior e assim mergulhe apenas em si, seja um pouquinho ou muito egoísta dependo da situação em que se encontra, nem sempre filho de peixe será um peixinho, vai que você nem goste tanto de água e queira voar, e se quiser voar está tudo bem! É importante saber quem é você, porque na grande maioria dos vôos, o céu ora nublado ora limpo será somente seu. 


Regiane Costa