terça-feira, 27 de agosto de 2013

Curso de uso racional de plantas medicinais e introdução a permacultura urbana

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domingo, 25 de agosto de 2013

Pensamento...

"Uma filosofia da ciência que não consegue lidar com o pluralismo não serve para a biologia"

Ernst Mayr

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Produção de biocombustível cria, por acaso, óleo comestível feito de algas

Em busca do biocombustível, a companhia norte-americana Solazyme acabou desenvolvendo óleo e farinha de alga que farão sucesso na cozinha vegana

No intento inicial de produzir biocombustível, a companhia Solazyme acabou desenvolvendo, por meio da biotecnologia, outros tipos de óleos que servem de matéria-prima para diversos produtos. A companhia continua investindo no desenvolvimento de seu objetivo final, o biocombustível, mas descobriu, por exemplo, uma forma de produzir um delicioso brioche vegano sem glúten, no qual a manteiga e o ovo são substituídos pelo óleo de alga.

Em 2003, dois colegas de faculdade decidiram que "salvariam o mundo" a partir de uma ideia inovadora, e assim criaram a companhia Solazyme. De início, ela visava cultivar alga para produção de hidrogênio como combustível, mas verificou-se que a produção de óleo seria muito mais eficiente.

Como funciona?

De acordo com relato para a revista Scientific American, os idealizadores perceberam que as algas produzem óleo de maneira muito semelhante ao modo como a gordura é feita pelo corpo humano. A partir dessa ideia, a companhia desenvolveu uma forma de cultivo dessas algas, o que traria eficácia na produção do óleo. São utilizadas microalgas do tipo heterotrófico, isso é, que possuem a capacidade de se desenvolverem na ausência de luz, e, pelo processo de fermentação do açúcar, produzem o óleo. Para o aumento da produção, são inseridos genes de outras plantas nas algas, que diversificam sua alimentação e fazem com que elas cresçam mais rápido.

Apesar da inserção de genes de outros organismos, o óleo produzido não é considerado como Organismo Geneticamente Modificado (OGM). Segundo um dos cofundadores da empresa, Harrison Dillon, o óleo não se qualifica nessa categoria, pois os genes modificados ou proteínas não compõem o produto final.

Alga para tudo

A companhia tem feito testes regulares em carros a partir de biodiesel de alga, além de já ter fornecido o combustível para a marinha dos Estados Unidos em 2012. Em 2011, foram feitos testes até com aviões em um acordo envolvendo a United Airlines. O objetivo final do projeto seria o de acabar com os combustíveis a base de petróleo, no entanto, devido à demanda de quantidade, eles não estão aptos a competir no mercado atualmente.

A Solazyme tem parcerias também com as empresas de cosméticos Mitsui e Akzo Nobel. Isso porque foi notado que algumas células que desenvolviam uma forma de proteção, produziam ácidos gordurosos semelhantes aos ácidos usados em cosméticos contra o envelhecimento.

O óleo de alga pode substituir até o óleo de palma, que é encontrado em diversos produtos, desde alimentos industrializados, como cookies e outras comidas gordurosas, até sabonetes e biodiesel. O grande problema da produção do óleo de palma é a devastação de florestas. Na Indonésia, em partes da Ásia, África, América Central e América do sul, ocorreram intensos desmatamentos para ceder espaço para a plantação da palmeira.

Solazyme no Brasil

Um dos problemas enfrentados pela companhia foi o alto custo do açúcar para alimentar e desenvolver as algas no escuro. A companhia fez uma parceria com a grande empresa de alimentos Bunge para poder se instalar ao lado de uma indústria de processamento de cana de açúcar, na cidade de Orindiuva, no estado de São Paulo. Desse modo, teve acesso ao açúcar a baixo custo. Ela ainda estabeleceu acordo com a empresa Unilever.

O óleo de alga tem um futuro promissor.

Fonte: eCycle

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Palestra: A noção de continuidade na produção de conhecimento: por uma epistemologia do limite


O Núcleo de Pesquisa, Estudo e Extensão em Transdisciplinaridade (NUPET) organiza a Palestra do Prof. Dr. IRAN ABREU MENDES (Currículo Lattes), um dos ícones da Educação Matemática no Brasil, que acontecerá no dia 26 de agosto, na sala de seminário do CEGOE, 2 º andar, as 10h 30, sob a coordenação do Prof. Dr Romildo Albuquerque Nogueira.

domingo, 18 de agosto de 2013

Timbú

O Timbú pode chegar a 70cm, tem uma uma cabeça volumosa, focinho comprido e pontiagudo,e bigodes longos; as orelhas são grandes,nuas e membranosas. a cauda é comprida e preênsil,coberta de pele grossa e nua,a exceção da base que é peluda. Sob a cauda possuem glândulas que produzem uma substância de cheiro característico. É um animal terrestre,mas capaz de subir em árvores,nas quais procura os ocos para fazer seus ninhos. Têm hábitos noturnos e solitários. É classificado como uma espécie frugívora-onivora quanto a dieta se alimentando desde pequenos vertebrados,frutos,ovos e aves chegando a atacar aves de criação. Apresentam uma bolsa(marsúpio) circundando as tetas no abdome. São agressivos quando incomodados e,para enfrentar os inimigos mostram os dentes e exalam um cheiro desagradável. Algumas vezes fingem-se de mortos para se defender. 

O Gambá-de-orelha-branca como também é conhecido, é predominante no país inteiro, do norte ao sul. Consegue sobreviver em diferentes ecossistemas, encontramos essa espécie tanto no cerrado, como na caatinga, como nos banhados ou no pantanal, também é adaptável a vida urbana. Esta espécie é mais conhecida como timbu ou cassaco, em alguns locais também é conhecido como mucura, sarigué, sariguê, saruê, sarigueia e micurê. Não diferente dos outros tipos de gambá, esta espécie também emite o líquido fétido das glândulas de auxílio, porém só faz esse uso caso sinta-se em perigo, exato, este sistema serve como defesa, porém também é utilizado no período do “cio”, para conseguir chamar atenção do macho. Existem duas subespécies desta espécie, a Didelphis imperfecta e a Didelphis pernigra, mais encontradas na Guiana e nos Andes. Este animal possui uma bolsa no ventre onde ficam as mamas e lá seus filhotes vivem boa parte de seu desenvolvimento primário. Na zona urbana não são encontradas muitas espécies, pois são quase sempre atropelados porque tem a visão totalmente ofuscada pela luz dos carros e também pelo fato que não conseguem se locomover com velocidade. Esses animais possuem um tamanho de aproximadamente de quarenta a cinquenta centímetros de largura, não contanto, é claro, com a cauda que chega a medir até quarenta centímetros também. Seu corpo é semelhante a um rato, possui patas pequenas, curtas e com cinco dedos. Esses animais podem se reproduzir aproximadamente quatro vezes ao ano, nascem aproximadamente dez a trinta filhotes por gestação. O tempo de gestação é curto, dura cerca de duas semanas. Nascem ainda embriões muito pequenos (mais ou menos um centímetro e duas gramas) e vão para o marsúpio na bolsa localizada no ventre da mãe, lá vivem cerca de cinco meses e mesmo depois de “prontos” são transportados neste local por sua mãe. A fêmea possui de dez a quatorze mamas para alimentar seus filhotes. É justamente devido à presença do marsúpio que os gambás receberam este nome. A origem da palavra é da língua tupi-guarani, onde “gã´bá” ou “guaambá” significa seio oco ou ventre aberto, referindo-se ao marsúpio onde os filhotes ficam até tornarem-se capazes de sobreviver longe dos cuidados da mãe. Os didelfídeos (do latim Di = duplo e Delphos = ventre), como o próprio nome indica, possuem uma gestação dividida em duas fases, onde uma etapa ocorre no útero do animal, seguida pela fase final que transcorre no marsúpio.

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:
REINO: Animalia
FILO: Chordata
SUBFILO: Vertebrata
SUPERCLASSE:Tetrapoda
CLASSE: Mammalia
SUBCLASSE: Theria
INFRACLASSE: Metatheria
ORDEM: Marsupialia
FAMÍLIA: Didelphidae
GÊNERO: Didelphis
ESPÉCIE: Didelphis albiventer Linnaeus,1758


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Comportamento viral

Qual a diferença entre um vírus inativo e um atenuado? E entre vacinas feitas com um e com outro? O pesquisador Akira Homma, do Instituto Bio-Manguinhos/Fiocruz, responde.

Por: Akira Homma


Os vírus, causadores de uma série de doenças, são usados de diferentes maneiras em vacinas contras as mesmas patogenias que provocam. (foto: Andrzej Pobiedziński/ Sxc.hu)

Vírus inativo é o vírus que não é mais capaz de se multiplicar; já o atenuado é um vírus que ainda pode se replicar, mas tem sua propriedade de causar doença (patogenia) drasticamente diminuída. A inativação do vírus pode ser obtida por procedimentos diversos, sendo comumente utilizados os processos químicos ou físicos e, com mais frequência, a combinação de ambos. Um exemplo de vacina viral inativada é a vacina Salk (injetável) contra a poliomielite.

Já a atenuação das propriedades de patogenia de um vírus pode ser realizada por meio de centenas de passagens do vírus em animais de laboratório ou em sistemas in vitro. Exemplos de vacinas de vírus atenuados são as da febre amarela, do sarampo, da caxumba e da rubéola. Também existe uma vacina oral (a Sabin) de vírus atenuado para a poliomielite.

Tomando as vacinas contra a poliomielite como exemplo, podemos listar as vantagens e desvantagens de cada tipo. A vacina de vírus atenuado conhecida como Sabin leva à proteção coletiva desde que mais de 80% da população suscetível seja imunizada, pois as crianças excretam o vírus no ambiente, onde ele pode infectar outras crianças, conferindo também a estas imunidade à poliomielite.

Sua aplicação é oral, o que facilita a vacinação. Porém, como os vírus não estão inativos, há chance – ainda que muito baixa, cerca de uma para cada 4,4 milhões a 6,7 milhões de doses administradas – de as crianças que recebem a vacina contraírem poliomielite. As sucessivas passagens em outras crianças podem levar também à mutação do vírus, recuperando sua patogenia e podendo causar a doença em crianças não protegidas.

A inativada, também chamada de vacina Salk, não permite que o indivíduo vacinado venha a desenvolver a doença, pois os vírus usados perderam sua capacidade de replicação. Ela também confere uma boa proteção imunológica individual, desde que se cumpra o calendário vacinal. Contudo, é injetável, o que dificulta a vacinação, não gera proteção de grupo e, para se obter uma proteção coletiva, é necessário vacinar 100% da população suscetível (sem anticorpos). Além disso, a vacina é muito mais cara que a de vírus atenuado.


Akira Homma
Instituto Bio-Manguinhos
Fundação Oswaldo Cruz

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Informação, conhecimento ou sabedoria‏?

Qual a diferença entre esses três?
Recebemos informação todos os dias das maneiras mais diversas, mas o que fazemos com ela? A aplicação dessa informação em algo útil na nossa vida, é o que podemos chamar de conhecimento. Porém, esse conhecimento pode causar mudança na vida das pessoas? Terá uma conduta ética? Trará benefícios aos outros ao seu redor? Se sim, isso é sabedoria: utilizar o conhecimento para o benefício de todos.

Taxonomia no século XXI

Quando trabalhamos os conhecimentos acerca da taxonomia seja na escola ou na universidade geralmente se remete a uma ideia de ciência antiga, onde cientistas, botânicos, naturalistas e zoólogos já haviam descritos a grande maioria das espécies do mundo, principalmente se tratando da realidade global de degradação de ambientes naturais e consequentemente a extinção de espécies.


Porém venho observando que a taxonomia assim como tantas outras ciências naturais (principalmente as biológicas) está produzindo a todo vapor, com a descoberta de novas espécies seja de algas, plantas, animais, fungos ou bactérias em pleno século XXI.

Um dos maiores divulgadores dessas descobertas atualmente na internet é a página no Facebook, parceira do planctônico, Nomes Científicos no Face que volta e meia tem trazido alguma nova espécie recém descoberta.

 Temos algumas espécies divulgadas recentemente pela Fan Page.


terça-feira, 13 de agosto de 2013

A conservação do meio ambiente

A conservação e manutenção de ambientes vivos tem sido amplamente discutida em todos os setores da economia e fóruns que influenciam diretamente o dia-a-dia da sociedade. Mas o que seria, em termos científicos a conservação do meio ambiente?

Em termos biológicos sabemos que organismos vivos fazem parte de uma extensa rede de interações entre o meio biótico e abiótico, sendo protagonistas ou coadjuvantes, a depender da abordagem de quem observa. 

E por que exatamente CONSERVAR?

Cada espécie é peça-chave no estudo da evolução e salvo desastres naturais ou interferência antrópica, tendem a manter uma dinâmica de equilíbrio com o ambiente em que vivem. No entanto, quando uma pressão negativa excede a capacidade regenerativa desse equilíbrio a diminuição do numero de indivíduos pode ser irreversível, levando à tão temida EXTINÇÃO. 

E por que a Extinção é uma coisa ruim?

Como já sabemos, cada ser vivo exerce um papel específico na dinâmica do meio ambiente. E na natureza, uma substituição de cargo não é uma coisa tão fácil de se realizar como nas atividades humanas em geral! Cada papel desempenhado ali tomou milhões de anos de evolução para ser aprimorado. Assim, quando uma “tarefa” é deixada em aberto, outros organismos sofrem consequências, podendo ter um aumento muito bruto ou diminuição drástica de indivíduos na natureza.

E existem outros tipos de desequilíbrio?

Existem diversas consequências sentidas pela biosfera com a alteração dos biomas, a maioria delas causadas por atividade humana. Um exemplo muito atual são os ataques de tubarões na costa do nordeste brasileiro. A pesca em larga escala retira toneladas de peixes do mar que serviriam de alimento para outros seres vivos, entre eles os tubarões. A falta de alimento no seu habitat de origem literalmente os leva a uma caçada em águas desconhecidas e alguns encontros fatais com banhistas. Esse é um exemplo sentido diretamente pela população humana, mostrando que existe algo errado na conservação do ambiente marinho.

Percebemos então o quão refinada e complexa é a dinâmica da natureza. Todas as espécies são importantes, desde as bactérias, responsáveis pela ciclagem de nutrientes até os grandes mamíferos que circulam pela terra, passando por insetos e aves polinizadores, entre outros “trabalhadores” do meio ambiente. Não podemos prever exatamente qual será o efeito causado pela extinção das espécies... mas na dúvida, vamos conservar!


Colaboradora do Planctônico

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Reflexão: a origem das coisas

Aqui em Mato Grosso aconteceu a I Conferência Municipal de Meio Ambiente Resíduos Sólidos em Várzea Grande, a Educação Ambiental foi discutida, tendo como principal minimizador de Impactos Ambientais o consumo consciente utilizando os 3 Rs, Reduzir,Reutilizar e Reciclar. 

Se levarmos em conta o que consumimos de maneira séria e pensando no futuro das gerações é uma das melhores formas de minimizar os impactos ambientais que estamos vivenciando. 

Outra atitude seria questionar a origem das coisas que consumimos, agora está na moda um comercial sobre a marca de carne, que me faz pensar nisso. Não questionamos essa origem, seja a origem da carne que comemos do tecido que é usado para a confecção de nosso vestuário, seja o tomate que dá um sabor a mais em nossa salada. E talvez seja essa origem uma das maiores causadoras de impactos, vamos imaginar o quanto de água é usada para a irrigação do arroz, da soja,do tomate será que o valor da água está embutido nos preços que pagamos pelo quilo disso ou daquilo?

Será que há alguma forma de compensação ambiental dos impactos da produção de algodão para a calça jeans que estou usando?

Fonte da imagem: Sabe Tudo

Será que a origem das coisas que consumo é sustentável? E se não for? Qual será a minha e a sua atitude?


Colaboradora do Planctônico

Inscrições para Vestibular IFPE começam em 20 de setembro

As inscrições para os estudantes que vão concorrer a uma das 6.627 vagas do Vestibular do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) serão abertas no próximo dia 20 de setembro. O prazo irá até o dia 14 de outubro e as provas serão aplicadas em 1º de dezembro. O IFPE divulgou nesta sexta-feira (9) as informações do seu processo seletivo, válido para os cursos superiores e técnicos da instituição. A taxa de inscrição permanece a mesma dos quatro últimos anos, de R$ 20 para os cursos técnicos e R$ 40 para os de nível superior. O valor deverá ser pago até o dia 15 em agências do Banco do Brasil.
Confira o Calendário 
9 a 11 de setembroSolicitação da isenção pela internet
20 de setembro a 14 de outubroPeríodo de inscrições
15 de outubroÚltimo dia para o pagamento da taxa de inscrição
25 de outubroRetirada do cartão de inscrição pela internet
1 de dezembroProvas
20 de dezembroPrevisão de divulgação dos resultado
Os alunos que desejam obter a isenção da taxa precisam solicitar a liberação entre 9 e 11 de setembro através do site e comprovar os dados presencialmente no campus onde pretende estudar. Os documentos de comprovação de renda devem ser entregues até o dia 19, já que o resultado da isenção será divulgado no dia seguinte. Este ano, estudantes egressos de escolas particulares que tenham estudado com bolsa integral e tenham renda familiar per capita menor que um salário mínimo e meio poderão solicitar a isenção, além daqueles que cursaram o ensino médio em instituições públicas e já tinham direito ao benefício.
O pagamento da taxa de inscrição também não é obrigatório para participantes do programa Mulheres Mil (realizado pelos institutos federais fornecendo capacitação a mulheres em situação de vulnerabilidade) e do PROIFPE (projeto de acompanhamento dos estudos e da empregabilidade de jovens desenvolvido pela instituição). Não há número limite de isenções concedidas).

III Seminário Sustentabilidade Ambiental do Sistema FIEPE



PROGRAMAÇÃO:

Painel I – Os Atores da Política Nacional de Resíduos Sólidos

Palestra 1ª - A importância da Política Nacional e Estadual de Resíduos Sólidos – Leis Nº 12.305/10 e Nº 14.236/10 com o Sr. Cristiano Carrilho – Gestor de Educação Ambiental

Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade – SEMAS

Palestra 2ª - O Papel das Cooperativas de Catadores de Resíduos Sólidos na cadeia produtiva do Estado de Pernambuco, com o Sr. José Cardoso – Representante da Pró-Recife: Cooperativa de Catadores de Resíduos no Município de Recife.

Mediação do Painel I – Dr. Anísio Coelho – Presidente do Conselho Temático de Meio Ambiente da FIEPE.

INTERVALO – Open Coffee

Painel II – Entendendo a Logística Reversa e os Acordos Setoriais da PNRS

Palestra 1ª - Responsabilidade Compartilhada e Logística Reversa de Resíduos Sólidos, com Pedro Vilas Boas – Consultor Técnico da BRACELPA – Associação Brasileira de Celulose e Papel.

Palestra 2ª - Aspectos Jurídicos Setoriais da PNRS, com Marcos Torres – Advogado da Diretoria Jurídica da CNI – Confederação Nacional da Indústria

Palestra 3ª - Case de Sucesso – Reciclagem de Resíduos Sólidos Eletroeletrônicos, com Domingos Sávio de França – Diretor do Centro de Recondicionamento de Computadores -CRC.

Mediação do Painel II – Dr. Anísio Coelho – Presidente do Conselho Temático de Meio Ambiente da FIEPE.

domingo, 11 de agosto de 2013

Pai animal

Pai que cuida, pai que gera e pai que divide. 


Curiosidades sobre os pais mais dedicados do reino animal!!

Pinguim-imperador: O macho da espécie Aptenodytes forsteri cuida do único ovo colocado pela fêmea entre o período de maio e junho. Após colocar o ovo, a fêmea o abandona imediatamente para passar o inverno no mar. O ovo é incubado pelo macho durante cerca de 65 dias, que correspondem ao inverno antártico. Eles nunca abandonam o ovo e sobrevivem à base da camada de gordura acumulada durante o verão. A fêmea substitui o macho apenas quando regressa no princípio da primavera. Se a cria choca antes do regresso da mãe, o macho do pinguim-imperador alimenta o filho com secreções de uma glândula especial existente no seu esôfago.

Cavalo-marinho: A reprodução desse peixe é fora do comum, pois é o macho da espécie que gera os filhotes. A fêmea, no momento da cópula, transfere os ovos de sua bolsa incubadora para dentro da bolsa incubadora do macho. Esta bolsa fica na região ventral da cauda. A gestação dura dois meses, geralmente na primavera. No momento do nascimento, os ovos eclodem dentro da bolsa incubadora e o macho se contorce para expelir, em média, 500 filhotes por gestação.

Sagui: As fêmeas desta espécie normalmente têm dois filhotes a cada gestação. O macho sempre carrega um dos filhos, enquanto a fêmea carrega o outro. Os bebês só trocam de colo na hora de mamar. O macho permanece carregando o filhote até que ele crie habilidades para se movimentar sozinho entre as árvores.

Foto Sagui/reprodução: Luis A. Florit

Foto Cavalo-marinho/reprodução: Lazaro Ruda

Foto Pinguim-imperador: autor desconhecido




Fonte: Biologia

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Minicurso gratuito e aberto ao público ensina a se prevenir de escorpião

Destruição dos habitats naturais, lixo acumulado em locais indevidos e umidade são alguns dos fatores determinantes para o aparecimento de animais peçonhentos, nos meios urbanos, como o escorpião. E quando surgem, causam verdadeiro temor entre os moradores por receio da picada e reações que o veneno provoca. Por isso, é importante tomar alguns cuidados no dia a dia para evitar que esses bichos não apareçam de surpresa e causam danos à família. (Confira abaixo).

Para garantir a proteção e segurança no lar, a Faculdade dos Guararapes (FG) – integrante da rede internacional de universidades Laureate – realiza quinta-feira (08) um minicurso gratuito e aberto ao público sobre o assunto. O tema será discutido pelo biólogo, técnico agrícola e com especialização em microbiologia e professor da FG, Flávio Félix. Realizado pelo curso de Ciências Biológicas, o evento acontece das 14h às 18h, no auditório da instituição de ensino. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link: http://goo.gl/q6I0GJ. Informações pelo telefone: 3461.5555.

Noturno

De acordo com o biólogo, o escorpião tem hábitos noturnos, gosta de sombra e pode passar até um ano sem se alimentar. Além de esgotos, restos de construção, que geralmente tem sombra e alimento (insetos), eles também preferem ambientes secos como sapatos e guarda-roupa. “Quando chove, entra água em seu habitat, então eles acabam procurando outro abrigo e aí costumam ir para as casas, onde é seco e tem alimento”, informa o professor da FG. Flávio disse que, como normalmente os produtos vendidos em supermercados como sprays, naftalinas e desodorizadores de ambiente não combatem o escorpião, a saída é prevenir.

# Confira algumas dicas:

-Manter quintais limpos, sem lixo, folhas ou mato alto. É importante ter plantas e um jardim, mas é preciso fazer a manutenção;

-Limpar a casa e não deixar migalhas de alimentos, que atraem insetos e, possivelmente, escorpiões;

-Evitar acumular lixo em casa e principalmente em terrenos baldios;

-Restos de construção é um ambiente propício para atrair insetos e, consequentemente, escorpião;

-Manter ralos fechados, pois são a porta de entrada ou saída mais utilizada pelos escorpiões;

-Bater o sapato antes de calçá-los;

-Ao dormir, verifique a cama e sacuda os lençois;

-Observe os cantinhos do sofá antes de se acomodar.

domingo, 4 de agosto de 2013

Roda de Conversa: as expressões no espaço público educacional

Docentes e discentes do Centro de Educação/CE da UFPE, liderados pela Professora Doutora Auxiliadora Padilha (@dorapadilha) farão um debate, na próxima quarta-feira (07/08), às 9h30, para discutir: As expressões no espaço público educacional: ética, estética, educação e arte.
Venha participar e falar!


A iniciativa veio depois de picharem o hall de entrada do CE há alguns dias o que levou a muitas discussões entre alunos, professores e funcionários da universidade.