sexta-feira, 25 de maio de 2012

Planeta Terra: Lotação Esgotada - 20/05/12 (HD)




Série de reportagens sobre o crescimento da população da planeta x os recursos naturais disponíveis.

Sugestão Blog do Tio João

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Aplicativos científicos do Google Chrome

Pessoal estive navegando procurando novas ferramentas para facilitar os estudos na área científica de maneira geral, e encontrei dois aplicativos muito interessantes.

O primeiro é um navegador do corpo humano o Bio Digital Human com uma grande quantidade de recursos, excelente para o estudo de anatomia humana. Ele estar disponível apenas em inglês.



O segundo aplicativo no qual gostei muito é o Neave Planetário que lhe indica as constelações em tempo real na sua região ou em qualquer lugar do globo terrestre.


sábado, 19 de maio de 2012

Membrana Plasmática Para o 9º ano do Colégio Incentivo

Tudo que existe, e que é individualizado, precisa se separar do seu meio exterior por algum envoltório. Por exemplo, uma casa é separada do meio externo por paredes, pelo piso e pelo teto.
Imagine agora uma célula sem um envoltório. Como seria sua composição? Certamente, semelhante àquela encontrada ao seu redor. Sem esse envoltório, provavelmente a célula nem existiria.
Assim, o papel principal da membrana plasmática é delimitar a célula, em outras palavras, separar o conteúdo citoplasmático do meio em que ela se encontra. Por isso, começaremos nosso estudo sobre as estruturas que formam a célula pela membrana plasmática.

Quais as substâncias que formam a membrana plasmática?

Antes de responder a esta pergunta é importante lembrar que tanto o interior da célula quanto o seu exterior possui grande quantidade de água.
Você já pode ter observado o que acontece quando pinga uma gota de óleo sobre a água. O óleo não se mistura.
Os lipídeos, substâncias oleosas, são as principais moléculas presentes na membrana plasmática e o fato deles não se misturarem com a água ajuda no papel da membrana plasmática de separação da célula do seu meio externo. Os lipídeos da membrana são chamados de fosfolipídeos e se organizam em uma bicamada (duas camadas justapostas).
Os fosfolipídios possuem uma cabeça polar, formada por fósforo (que pode ficar em contato com a água) e caudas apolares (que não tem afinidade por água) que ficam voltadas para o interior da membrana.

Além dos fosfolipídeos a membrana também possui proteínas, que funcionam como portas e janelas da célula, e açúcares ligados aos lipídeos e às proteínas.Ou seja, a composição da membrana plasmática ...é principalmente lipoprotéica ( lipídios + proteínas). O modelo mais aceito atualmente foi proposto por Singer e Nicholson e é conhecido como modelo do mosaico fluido, como mostra a figura abaixo.


O que aconteceria com a célula se a membrana plasmática não permitisse a passagem de nenhuma substância através dela?Assim como, por exemplo, um carro precisa de portas para as pessoas entrarem e sair, as células também possuem mecanismos que permitem a entrada e a saída de substâncias.

Dizemos que a membrana plasmática seleciona a passagem destas substâncias e que ela possui, desta forma, uma permeabilidade seletiva.A camada fosfolipídica da membrana plasmática funciona como uma barreira fluida (maleável) e permite a passagem de substâncias diretamente através dela.

Trabalho de Biologia - 1º ano Colégio Alpha

Modelo de Célula animal feita com massa de modelar, gel de cabelo e bola de isopor.




sábado, 12 de maio de 2012

DST´s

As doenças sexualmente transmissíveis (DST), conhecidas por doenças venéreas, são transmitidas essencialmente pelo contato direto, mantido através de relações sexuais onde o parceiro ou parceira necessariamente porta a doença, e indireto por meio de compartilhamento de utensílios pessoais mal higienizados (roupas íntimas), ou manipulação indevida de objetos contaminados (lâminas e seringas).


Os principais agentes patogênicos são os vírus, as bactérias e os fungos. Essas doenças acometem principalmente o público jovem, tanto de países em desenvolvimento como industrializados, conseqüência de vários fatores de relevância familiar e governamental: a promiscuidade (descuido) individual com a saúde e a carência ou mesmo a falta de programas educativos.

De modo geral, o uso de preservativo, associado a alguns cuidados, impedem o contágio e disseminação. Contudo se não forem diagnosticadas e tratadas corretamente, além do processo infeccioso, podem levar à infertilidade, gravidez, surgimento de outras doenças oportunistas e até a morte.

Algumas das principais DST's:



quarta-feira, 9 de maio de 2012

Slides Sistema Reprodutor - Colégio incentivo

Para os alunos do 8º ano do Colégio Incentivo


Slides Sistema Reprodução

Mitos do aquecimento global não quebram o paradigma da sustentabilidade


Nessa semana que passou ouvi falar sobre o conteúdo da entrevista do Dr. Ricardo Augusto Felício da USP, que dizia sobre os mitos em relação ao aquecimento global e mudanças climáticas e fiquei curioso e inquieto, como todo homem de ciência fui atrás de esclarecimentos científicos sobre a veracidade das suas informações. Busquei artigos sobre o assunto e selecionei um artigo do Dr. Luiz Carlos Baldicero Molion da UFAL no qual esclarece os mitos sobre as mudanças climáticas em nosso planeta.

Imagem: Blog Brasil

Toda essa exposição do assunto na mídia dos últimos dias “livrou” as ações antrópicas das responsabilidades da degradação do planeta, pelo menos em relação ao clima. Esse post vem primeiro para esclarecer os mitos sobre o aquecimento global, segundo alertar que isso não livra a responsabilidade da comunidade humana com a degradação do meio ambiente, com o desflorestamento da Amazônia, com o aterramento de mangues, com a poluição dos mares e do ar e com a biodiversidade da terra que levam a piora da qualidade da vida humana dessa e das próximas gerações, ou seja, a não veracidade do aquecimento global não quebra com o paradigma da sustentabilidade, pois a ação antrópica irresponsável ainda assim continua a destruir os ecossistemas, e a alterar a biosfera e a própria vida do homem. Recife não está tão quente por conta do aquecimento global, mas sim pela derrubada de remanescentes de mata atlântica e aterramento de manguezais por exemplo.


Assistam ao vídeo e leiam o artigo...




Artigo Dr.Luiz Carlos Baldicero Molion





Reflitam sobre...

terça-feira, 8 de maio de 2012

Seminários - Colégio Incentivo

Estão ai as recomendações para a realização dos seminários do 8º e 9º anos do Colégio Incentivo.


Qualquer dúvida mandem um e-mail para angelobranco@gmail.com



Clique aqui - Orientações dos seminários

domingo, 6 de maio de 2012

sábado, 5 de maio de 2012

Produzir células-tronco em escala industrial é a meta - matéria JC

Governo erguerá oito centros de terapia celular ao custo de R$ 8 milhões

Publicado em 02/05/2012, às 08h12
Jacques Waller




Detalhe da incubadora de células-tronco
Foto: Divulgação

No fim do mês passado, o governo brasileiro decidiu investir R$ 15 milhões para tornar o País um produtor comercial de células-tronco. O material biológico tem potencial de curar todo tipo de doença e já começou a ser fabricado em escala industrial nos Estados Unidos e na Europa. Mas para ir da atividade de pesquisa ao setor produtivo é preciso bem mais que um decreto. É preciso tecnologia. Cerca de R$ 8 milhões dessa verba serão usados na conclusão de oito centros de terapia celular. Três deles - em Ribeirão Preto (SP), Salvador (BA) e Curitiba (PR) - já estão em funcionamento.

Segundo o pesquisador responsável pelo laboratório curitibano, Paulo Brofman, os recursos são necessários para transformar uma atividade que até bem pouco tempo era artesanal em um processo industrializado. "A terapia celular é altamente personalizada. Mas a escala de pacientes em um país como o Brasil é tão grande que é preciso atingir níveis de produção iguais aos de medicamentos comuns", diz Paulo Brofman. "Felizmente hoje já existem métodos automatizados para produzir células-tronco nessa quantidade", afirma.

As células-tronco podem ser obtidas a partir de diversas fontes: do sangue, da medula óssea e até do tecido gorduroso. Mas é no sangue localizado nos cordões umbilicais que se encontram amostras em maior quantidade e com maior grau de pureza. O procedimento clássico envolve a coleta da amostra e a contagem das células-tronco a partir de um equipamento chamado citômetro de fluxo. Ele usa raios laser e sensores computadorizados para contar as células. Depois vem a separação do material, que pode ser feita através de instrumentos semelhantes a pequenos rodos adesivos, que capturam as células a serem transferidas para a incubação.

Dois Artigos: Biodiversidade em risco e Nossas lembranças para sempre?

Dois artigos bem distintos da revista Ciência Hoje; um sobre biodiversidade e outro sobre neurociência. Uma leitura bastante interessante para quem quer si aprofundar um pouco mais...

Artigos clique aqui

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Microalgas podem ser alternativa para biodiesel


Elas recebem o nome de micro, mas possuem uma possibilidade macro de se transformarem em uma alternativa na geração de energia limpa para o Brasil e, principalmente, o Rio Grande do Norte. O potencial energético das microalgas é o tema do Simpósio Brasileiro que se iniciou ontem, em Natal, e que pretende discutir os avanços nas pesquisas e as chances desses vegetais unicelulares serem utilizados como fonte de produção de biodiesel.

De acordo com o coordenador da área de aquicultura da Emparn, Ezequias Viana de Moura, a produção potiguar de microalgas  já é a maior do País, porém é utilizada quase exclusivamente como fonte de alimento para a carcinicultura. O objetivo agora é comprovar a viabilidade dessas algas unicelulares na produção de combustível limpo, algo que será buscado a partir de novembro, em um estudo previsto para durar três anos e que será realizado pela Emparn, em parceria com a UFRN e com patrocínio da Petrobras, no Centro Tecnológico de Aquicultura, em Extremoz.

O desafio é grande, uma vez que não basta mostrar que a produção de biodiesel a partir de microalgas é viável. É preciso chegar a números que assegurem a competitividade econômica dessa alternativa frente a outros combustíveis. As perspectivas, no entanto, também são animadoras. “A grande qualidade delas é que permitem que se trabalhe em áreas que não competem com a agricultura tradicional.”

Há possibilidade de se trabalhar em tanques próximos a estuários; usando qualquer tipo de água: salgada, doce, ou mesmo salobra; aproveitando efluentes de outras atividades, inclusive da carcinicultura; e extraindo nutrientes até mesmo do lodo proveniente de esgoto urbano. Esse leque de opções se soma aos benefícios ambientais, pois as microalgas também são grandes fixadoras de gás carbônico, ou seja, podem reduzir a quantidade de CO2 na atmosfera, combatendo fenômenos como o efeito estufa, ao atuar como verdadeiros filtros naturais do ar.

O problema a ser solucionado é o alto custo de produção das microalgas. “Para servir de alimento ao camarão, a produção já se desenvolveu, toda tecnologia está dominada e é totalmente viável. Não é barato, pois as microalgas necessitam de ambientes totalmente controlados, mas o preço do camarão justifica, pois é um produto que agrega bastante valor”, explica Ezequias Viana.

Segundo ele, o objetivo agora é descobrir como adaptar, ou melhorar essa tecnologia, de forma a compensar a produção de biodiesel. “O grande desafio é esse, porque hoje já há condições perfeitas de se produzir biodiesel a partir de microalgas, mas a questão é o custo, pois precisa se tornar viável. A tecnologia é em boa parte importada e ainda não dá garantia que a produção de óleo tenha a rentabilidade necessária”.

Fonte: Biodiesel BR