quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Body Browser

Atenção!!!

Os alunos que estão trabalhando com o corpo humano, aí esta uma excelente ferramenta semelhante ao Google Body Browser.





terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Aula de química - 9º ano - Incentivo

Pessoal segue a aula de hoje de química pessoal, aproveitem!!!!


Preparem-se



sábado, 25 de fevereiro de 2012

Proteja suas pegadas do Google

Gigante da internet vai alterar políticas de privacidade em 1º de março para usar informações de usuários em todos os seus produtos, mas ainda há tempo de eliminar seus "segredos virtuais".

A nova política de privacidade do Google entra em vigor em todo o mundo em 1º de março, mas já desperta polêmica entre os internautas. No final de janeiro, a companhia anunciou que iria juntar os dados coletados dos usuários em todos os serviços que oferece, entre eles email, redes sociais e YouTube, para criar uma experiência “simples e intuitiva”.

A ação visa eliminar os obstáculos que a gigante da internet enfrenta para usar informações de um usuário do Gmail para o YouTube, por exemplo. Segundo a empresa, suas mais de 70 políticas diferentes, ou termos de uso assinados pelos internautas, vão ser compactadas em uma principal e 12 outras.

A mudança deve ajudar os anunciantes a encontrarem potenciais clientes e a personalizar as buscas dos usuários, seguindo, por exemplo, informações enviadas em emails.


A Microsoft lançou anúncios dizendo que seus serviços preservam os usuários e reguladores da União Europeia protestaram contra a política, além de pedirem mais tempo antes de sua aplicação para analisar se a privacidade dos usuários estaria devidamente protegida.

O Centro para Democracia Digital dos Estados Unidos também apresentou uma reclamação a Federal Trade Commission (FTC), na qual solicita que o Google seja processado para eliminar a nova politica de privacidade e multado. Caso isso ocorra, a FTC pode impor multas de mais de 16 mil dólares por dia para cada violação.

Mas ainda há tempo para aqueles que quiserem manter seus passos na internet em segredo –antes que o Google construa um perfil permanente que pode incluir informações pessoais como idade, sexo, localização e até mesmo sexualidade – antes da mudança.

Até 29 de fevereiro, é possível apagar o histórico de navegação, que vai limitar a extensão dos tópicos acompanhados pelo Google, que pode incluir os seus “segredos virtuais”.

Veja os três passos abaixo:

1 – Acesse a homepage do Google e faça o login em sua conta de email. Após isso, clique em cima do login na home para habilitar um menu (como na imagem). Entre na opção “Configurações de Conta”.

2 – Encontre a sessão “Serviços” e o link “Veja, ative ou desative o Histórico da web” (imagem abaixo). Clique em “Acessar Histórico da Web”.

3 – Na próxima página, clique na aba “Remover todo o histórico da Web”.

Desabilitar o histórico não evita que o Google use os dados para fins internos, mas a empresa irá torna-los anônimo em 18 meses. Além disso, a busca personalizada é desativada.

Mesmo que o usuário não esteja logado em seu email, o Google pode traçar o seu perfil pelo IP do computador. Logo, a forma mais segura de limpar um histórico pessoal é logando-se a sua conta.

Micro-algas podem ajudar a prever impactos de derramamento de óleo

Mudanças nas condições ambientais alteram número de fitoplâncton no Ártico.

Isso ajuda cientistas a entender as consequências em todo ecossistema.

Foto: Angelo Branco

Um estudo apresentado em 17 de fevereiro no Canadá mostra que micro-organismos do Ártico poderão, em breve, ajudar a prever com precisão os impactos ambientais provocados por derramamentos de petróleo e também pelas mudanças climáticas. A pesquisa é de Marcel Babin, da Universidade Laval, no Canadá.

"Se alguém me pergunta qual será o impacto de um derramamento de petróleo no Ártico, a única maneira de dar uma resposta precisa é conhecendo e entendendo como funcionam estes sistemas [dos micro-organismos marinhos]", afirma Babin.
saiba mais

O cientista tenta descobrir como mudanças nas condições ambientais, provocadas por mudanças climáticas ou derramamentos de petróleo, podem modificar a quantidade de algas em águas do Ártico. Até o final deste ano, os modelos da pesquisa poderão prever como será a produção desses micro-organismos durante a próxima década na região.

"A luz é necessária para que as algas cresçam. Menos gelo do mar significa mais luz, o que significa mais algas", explica Babin. "Como elas são a base da cadeia [alimentar], nós esperamos que essas mudanças vão alterar a estrutura de comunidades inteiras em ambientes marinhos".

Babin e sua equipe estão utilizando os mais recentes avanços em sensoriamento remoto por satélite para desenvolver novas maneiras de monitorar mudanças de condições ambientais no Ártico. Isso envolve a criação de modelos computacionais do ecossistema da região, além da reprodução em laboratório do habitat dos fitoplânctons, com variações nos níveis de nutrientes, luz e temperatura.

"Estamos olhando para mudanças na produção de algas marinhas na última década e observando o impacto que ela sofre de mudanças na cobertura de gelo e da quantidade de nuvens no Ártico", aponta Babin.

Fonte: G1


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

DISLEXIA: DESVENDANDO O MUNDO SECRETO DOS DISLÉXICOS - PDF

Monografia sobre um estudo de caso sobre dislexia, de Margarida Dias Menezes et al da Universidade   Estadual Vale do Acaraú - UVA Recife. Disponível para o pessoal da área de educação.


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Dicas para o carnaval



  • Use roupas leves, protetor solar e chapéu
  • Beba muita água e não abuse e nem mistura bebidas destiladas com fermentadas
  • Se beber, vá de ônibus, táxis, metrô...
  • Sexo só com camisinha
  • Alimente-se de frutas, verduras, sucos, nada de comidas pesadas
  • Divirta-se na Paz.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Leitura complementar

Esse post vai para o pessoal da Politec, um texto sobre o segundo cérebro para discutirmos depois do carnaval.





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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Apostila Anatomia e Fisiologia (PDF)


Nessa apostila temos noções de anatomia, Fisiologia, Parasitologia e Microbiologia para o pessoal dos cursos técnicos de saúde.





quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

BIO MAIS - Você mais preparado


Biologia dos Escorpiões

Tityus serrulatus

Tityus stigmurus


De modo geral, o corpo dos escorpiões é separado em duas regiões: o prosoma (cefalotórax) e o opistosoma (abdome). O prosoma é coberto dorsalmente por uma carapaça. Parcialmente abaixo dessa carapaça, posiciona-se um par de quelícera responsável por rasgar e dilacerar a presa. Acima da carapaça existem 5 pares de olhos. O primeiro par, grande e primitivo, possui capacidade de percepção da presença ou ausência da luz. Os demais pares provavelmente regulam o relógio biológico do animal. Além disso, na região do prosoma há 4 pares de patas e um par de pedipalpos.

Estes servem para capturar, conter e esmagar a presa, além disso, podem dar proteção contra um predador. Já o opistosoma é composto pelo mesosoma (pré-abdome) e metasoma (pós-abdome). O mesosoma apresenta dorsalmente 7 segmentos (Tergitos) e ventralmente 5 segmentos (Esternitos). Por sua vez, o metasoma erroneamente denominado de cauda, possuí 5 segmentos arredondados e o Telson. O Telson é composto de uma vesícula com duas glândulas de veneno e um ferrão (aguilhão) que serve para inocular o veneno na presa.

O veneno do escorpião, cuja principal função é imobilizar um animal e, secundariamente, auxiliar na defesa contra um predador, contém um complexo químico composto principalmente de neurotoxinas que agem no sistema nervoso e causam dor e aumento da pulsação cardíaca. Em alguns casos, a toxicidade desse veneno pode ser comparada com o volume dos pedipalpos, ou seja, quanto mais robusto os pedipalpos do animal, menos poderoso é o seu veneno e vice-versa.