sábado, 28 de janeiro de 2012

Thermo Scientific - More Than A Freezer

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

S.O.P.A. e P.I.P.A. Reflexão...


Pirate Bay desafia S.O.P.A. e P.I.P.A. em nota

“SOPA significa ‘lixo’ em sueco. PIPA significa ‘cano’. Eles querem tornar a internet um cano [de lixo] de mão única.”
NOTA DESAFIA INDÚSTRIA DOS EUA

Leia a tradução da íntegra da nota abaixo.
INTERNETS, 18 de janeiro de 2012
Há mais de um século, Thomas Edison conseguiu a patente para um aparelho que faria “para o olho o que o fonógrafo fez para o ouvido”. Ele o chamou de cinetoscópio [Kinetoscope]. Edison não foi apenas o primeiro a gravar vídeo, mas foi também a primeira pessoa a ser dono do copyright de um filme cinematográfico.
Por causa das patentes de Edison para filmes cinematográficos, quase foi financeiramente impossível criar filmes de cinema na costa oeste norte-americana. Os estúdios de cinema, assim, mudaram para a Califórnia e fundaram o que hoje chamamos de Hollywood. A principal razão é que ali não haviam patentes.
Não havia também nada de copyright, então os estúdios podiam copiar velhas histórias e fazer filmes a partir delas – como Fantasia, um dos maiores hits da história da Disney.
Portanto, toda a base dessa indústria, que está hoje aos gritos sobre perda de controle sobre direitos não-materiais, é que eles driblaram direitos não-materiais. Eles copiaram (ou, de acordo com sua terminologia,”roubaram”) as obras criativas de outras pessoas sem pagar por isso. Eles o fizeram para obter grandes lucros. Hoje, eles são todos bem-sucedidos e a maior parte dos estúdios está na lista da Fortune das 500 empresas mais ricas do mundo. Parabéns – está tudo baseado em ser capaz de reutilizar criações de outras pessoas. E hoje eles detém os direitos das criações de outras pessoas. Se você quer lançar alguma coisa, você tem que seguir as regras deles. As regras que eles criaram depois de driblar as regras de outras pessoas.
A razão pela qual eles estão sempre reclamando dos “piratas” hoje é simples. Nós fizemos o que eles fizeram. Nós driblamos as regras que eles criaram e criamos as nossas próprias. Nós esmagamos o seu monopólio ao dar às pessoas algo mais eficiente. Nós permitimos que as pessoas tenham comunicação direta entre si, driblando o intermediário lucrativo, que em alguns casos levar mais que 107% dos lucros (sim, você paga para trabalhar para eles).
Tudo se baseia no fato de que representamos competição.
Provamos que a forma atual como existem não é mais necessária. Somos simplesmente do que eles são.
E a parte engraçada é que as nossas regras são muito similares às ideias que fundaram os EUA. Lutamos pela liberdade de expressão. Enxergamos as pessoas como iguais. Acreditamos que o público, não a elite, deveria governar a nação. Acreditamos que leis deveriam ser criadas para servir o público, não corporações ricas.
O Pirate Bay é uma comunidade verdadeiramente interacional. Nossa equipe está espalhada por todo o globo – mas ficamos fora dos EUA. Temos raízes suecas e um amigo sueco nos disse isso:
A palavra SOPA significa “lixo” em sueco. A palavra PIPA significa “um cano” em sueco. É claro que isso não é coincidência. Eles querem tornar a internet um cano de mão única. Eles por cima empurrando lixo cano abaixo para o resto de nós, consumidores obedientes.
A opinião pública nesse assunto é clara. Pergunte a qualquer um na rua e você vai descobrir que ninguém quer ser alimentado com lixo. Por que o governo americano quer que o povo americano seja alimentado com lixo foge à nossa compreensão, mas esperamos que você o impeça, antes que afoguemos todos.
A Sopa não pode fazer nada para brecar o Pirate Bay. Na pior das hipóteses, mudaremos o domínio principal: do atual .org para uma das centenas de nomes que também já usamos. Em países onde estamos bloqueados (os nomes China e Arábia Saudita são os primeiros que vêm à cabeça), eles bloqueiam centenas de nomes de domínios nossos. E adianta? Não muito.
Para consertar o “problema da pirataria” deveria se ir à raiz do problema. A indústria do entretenimento diz que eles estão criando “cultura”, mas o que eles realmente fazem é vender coisas como bonecas caríssimas e fazer meninas de 11 anos se tornar anoréxicas. Seja de trabalhar nas fábricas que criam as bonecas por praticamente salário nenhum, seja por assistir filmes e programas de TV que as fazem pensar que são gordas.
No grande jogo de computador de Sid Meiers, Civilization, você pode construir maravilhas do mundo. Um dos mais poderosos é Hollywood. Com ele, você controla toda a cultura e mídia do mundo. Rupert Murdoch ficou feliz com MySpace e não via problemas com sua própria pirataria até seu fracasso. Agora ele reclama que o Google é a maior fonte de pirataria do mundo — porque ele está com ciúmes. Ele deseja manter seu controle mental sobre as pessoas e está claro que você consegue um visão mais honesta das coisas na Wikipedia e no Google do que na Fox News.
Alguns dos fatos (anos, datas) nesse texto estão provavelmente erradas. O motivo é que não podemos acessar essas informações quando a Wikipedia está fora do ar. Por causa da pressão de nossos rivais decadentes. Pedimos desculpas por isso.
—THE PIRATE BAY, (K)2012

Fonte: Estadão

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Educação ambiental - nossa missão


                       


Gostaria de mostra-los algo de extrema importância para essa e para as gerações futuras: educação ambiental. Estive navegando e encontrei esse texto escrito por Francicleide Palhano que traz uma reflexão interessante. 

"Está na hora de fazer educação ambiental no meu quarto!" - disse uma adolescente, ao término de uma palestra sobre meio ambiente, quando foi falado sobre lixo e coleta seletiva. E eu imaginei como seria o seu quarto. Quantas bolinhas de papel? Folhas do caderno (perdão! Agora é fichário!), rabiscadas e descartadas? E a luz acesa horas e mais horas? O "som" esquecido ligado...! Quem tiver adolescente em casa, que arrisque dizer que nunca viu uma cena destas!

Naquela tarde, cerca de 20 alunos participaram da palestra, no auditório da CPRH. Interagiram. Falaram da realidade ambiental do mundo, da cidade do Recife (o Rio Capibaribe foi citado umas cinco vezes), do bairro onde moram. E alguém lembrou da sua casa, do seu quartEducação ambiental - nossa missão

"Está na hora de fazer educação ambiental no meu quarto!" - disse uma adolescente, ao término de uma palestra sobre meio ambiente, quando foi falado sobre lixo e coleta seletiva. E eu imaginei como seria o seu quarto. Quantas bolinhas de papel? Folhas do caderno (perdão! Agora é fichário!), rabiscadas e descartadas? E a luz acesa horas e mais horas? O "som" esquecido ligado...! Quem tiver adolescente em casa, que arrisque dizer que nunca viu uma cena destas!

Naquela tarde, cerca de 20 alunos participaram da palestra, no auditório da CPRH. Interagiram. Falaram da realidade ambiental do mundo, da cidade do Recife (o Rio Capibaribe foi citado umas cinco vezes), do bairro onde moram. E alguém lembrou da sua casa, do seu quarto!

Trago esta reflexão à tona, para lembrar o princípio da educação ambiental: pensar globalmente/agir localmente. A abordagem holística (do grego holos, totalidade, abrangência) da educação ambiental, leva-nos a perceber e compreender que o todo é integrado por partes. Ao mesmo tempo, o todo está em cada parte. 

Tenho escutado o questionamento: "e depois da palestra? E depois da teoria?" A Educação Ambiental é um processo permanente e contínuo. Sementes lançadas em solo fértil, despertam como árvores. Produzem bons frutos. Mas até lá, é necessário regar, trabalhar o solo. Um processo é interrompido quando perde o dinamismo, a motivação interna cessa. Ou, quando uma força externa o interrompe. Assim também acontece com o processo educacional. Um momento só não basta! A teoria sem a prática, cheira a discurso de palanque!

Que papel temos assumido como pais, educadores, gestores, cidadãos do mundo? Despertar, não só a consciência, mas também o potencial crítico e reflexivo, a partir da realidade na qual estamos envolvidos, deve ser mais que um desejo: que seja esta a nossa missão, no mundo que queremos bem melhor! 

Como está o seu "quarto"? E os quartos, nos quatro cantos do mundo (que é esférico, mas tem cantos e muito, muito encantos!) ? Se alguém disser que não vale a pena arrumar a casa, pois nem todos cooperam para isto, ainda assim, façamos a nossa parte! Afinal, como diz o provérbio, "por que amaldiçoar a escuridão, se podemos acender um fósforo?" Eu sei que esta missão também é minha. E você?o!

Trago esta reflexão à tona, para lembrar o princípio da educação ambiental: pensar globalmente/agir localmente. A abordagem holística (do grego holos, totalidade, abrangência) da educação ambiental, leva-nos a perceber e compreender que o todo é integrado por partes. Ao mesmo tempo, o todo está em cada parte.

Tenho escutado o questionamento: "e depois da palestra? E depois da teoria?" A Educação Ambiental é um processo permanente e contínuo. Sementes lançadas em solo fértil, despertam como árvores. Produzem bons frutos. Mas até lá, é necessário regar, trabalhar o solo. Um processo é interrompido quando perde o dinamismo, a motivação interna cessa. Ou, quando uma força externa o interrompe. Assim também acontece com o processo educacional. Um momento só não basta! A teoria sem a prática, cheira a discurso de palanque!

Que papel temos assumido como pais, educadores, gestores, cidadãos do mundo? Despertar, não só a consciência, mas também o potencial crítico e reflexivo, a partir da realidade na qual estamos envolvidos, deve ser mais que um desejo: que seja esta a nossa missão, no mundo que queremos bem melhor!

Como está o seu "quarto"? E os quartos, nos quatro cantos do mundo (que é esférico, mas tem cantos e muito, muito encantos!) ? Se alguém disser que não vale a pena arrumar a casa, pois nem todos cooperam para isto, ainda assim, façamos a nossa parte! Afinal, como diz o provérbio, "por que amaldiçoar a escuridão, se podemos acender um fósforo?" Eu sei que esta missão também é minha. E você?

Fonte: CPRH