quinta-feira, 29 de setembro de 2011

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Embriologia Humana

Vídeo criado por Juliana Gomez, Monize Fernandes e Romualdo do 1º do Espaço Educacional Alternativo.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Descoberta de novo tipo de bactéria desafia consenso sobre mitocôndrias

Origem de 'usinas' de energia das células pode ser diferente do previsto.
Pesquisa sueca explica teoria em duas publicações científicas.
Do G1, em São Paulo

Cientistas da Universidade de Uppsala, na Suécia, descobriram um novo tipo de bactéria que pode alterar o consenso sobre a evolução de estruturas como a mitocôndria -- as "usinas" de energia dentro das células humanas e de outro animais - existente atualmente. Pesquisas sobre o assunto foram divulgadas nas publicações científicas "Molecular Biology and Evolution" e "PLos One".
O grupo usa dados de pesquisas internacionais sobre o DNA de bactérias em todos os oceanos do mundo. Eles encontraram sequências de proteínas que participam na respiração celular, quando o açúcar é destruído para formar como resíduos dióxido de carbono e água, além de liberar energia.
saiba mais
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Alteração em mitocôndrias aumenta risco de degeneração nos olhos com idade
Ao comparar essas proteínas àquelas usadas pelas mitocôndrias, os pesquisadores desvendaram um tipo raro e desconhecido de bactéria. Para Johan Viklund, do Departamento de Evolução Molecular da universidade, a origem das mitocôndrias pode estar nos oceanos, mas os "parentes" mais próximos dessas estruturas não seriam bactérias do grupo SAR11, um tipo comum de organismos unicelulares nos mares.
Agora, os pesquisadores suecos acreditam que os verdadeiros parentes podem pertencem ao novo tipo de bactéria que descobriram.
Já os organismos de uma só célula do grupo SAR11 representam até 40% do total de bactérias que habitam os oceanos. São importantes no ciclo de carbono terrestre e conseguem sobreviver em ambientes pobres em nutrientes. O interior dessas bactérias é pequeno, o que aumenta a concentração de nutrientes dentro da célula. O genoma desses seres vivos é composto por apenas 1,5 milhão de blocos.
A pesquisa sueca apresentou ideias para o sucesso das bactérias do grupo SAR11 na natureza, que conseguem "trocar" genes com maior facilidade -- essa característica favorece à adaptação ao ambiente e aumenta as chances de sobrevivência das espécies.

Fonte: G1

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Enquanto macaco Chico continua em fuga, jacaré encontra abrigo no Parque 13 de maio



Enquanto o macaco-prego Chico vive uma verdadeira saga, esnobando as tentativas de resgate que se arrastam há três dias desde que o primata fugiu do Parque 13 de Maio, centro do Recife, curiosos e moradores da Rua do Sossego, em cujas árvores o animal resolveu se refugiar, se divertem com as tentativas frustradas de captura e com a esperteza do bicho, que conseguiu resistir até à administração de tranquilizantes. Esta tarde, mais uma vez, profissionais da Prefeitura do Recife e do Ibama devem voltar ao local para tentar concluir a operação elevar o macaco de volta à sua jaula.
Na manhã desta quinta-feira não houve tentativas oficiais de resgate do animal. Porém, mais de uma vez, moradores presenciaram a ação de pessoas tantando capturar o primata. Segundo o supervisor de refrigeração do galpão da Rua do Sossego onde o macaco fez morada, Evandro Siqueira, durante a manhã curiosos tentaram capturá-lo. “Por volta das 7h30 da manhã, um homem chegou a subir no telhado e correr atrás dele, mas ele tem acesso ao mezanino e se esconde por lá. Outros tentam subir na árvore ou colocar escadas para chegar até ele. Sempre pedimos que eles não atrapalhem o trabalho que a Prefeitura está tentando fazer”, lamenta.
Ontem, uma armadilha, ainda não montada, foi deixada com comida para que Chico possa se alimentar e ganhar confiança para entrar na jaula para, só então, ser capturado. Até mesmo uma banana com tranquilizante foi utilizada, mas, até o momento, não houve sucesso.

Enquanto isso, o animal virou sensação na área, chamando a atenção de quem trabalha na região e de pessoas que circulam na vizinhança e aproveitam para conferir de perto a simpatia do bicho. “Ele é ótimo. Estava numa clínica aqui perto e pedi para que meu marido me trouxesse. Tinha que ver de perto. Espero que cuidem bem dele”, disse a dona de casa Evanilda Muniz, de 59 anos.
Jacaré - Entre as aves, lagartos e tartarugas que habitam a antiga morada do macaco Chico, o Parque 13 de Maio, há um habitante recém-chegado: um filhote de jacaré, abrigado em um dos tanques do espaço. De temperamento tranquilo, o animal convive pacificamente com os demais animais há pelo menos três semanas.
A hospedagem do réptil, no entanto, não é oficial. De acordo com agentes de limpeza que atuam no local, o bicho foi trazido de um rio por um desconhecido, que o jogou na água por ele não ser próprio para consumo. "Ele não disse nada para a administração porque ela, obviamente, não iria permitir. Mas ele ainda está pequeno, no máximo 40 centímetros e vive saindo para tomar sol", disse um dos profissionais, que preferiu não se identificar.
Por conta de seu pouco tamanho, o animal ainda passa despercebido e, como a maioria de seus vizinhos é pacífica, muita gente fica bem próximo da água. "Meus filhos sempre ficam por aqui, na beira da água. É um lugar muito bonito, então a gente sempre passa por aqui", afirmou a dona de casa Raquel Maria Mota Silveira, de 31 anos. Informada da existência do jacaré, a reação mudou imediatamente. "Ah, não. Não tem como. Eles não ficam mais por aqui", corrigiu.
Por Ed Wanderley

Fonte: Diário de Pernambuco

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O cinturão de mangue

O economista e analista de sistemas Sérgio de Mattos Fonseca fechou sua bem sucedida empresa de informática para estudar oceanografia, dar aulas de educação ambiental e organizar mutirões de plantio no mangue

Por Liana John
Foto de Liana John



O ano era 1992 e o Brasil se preparava para receber representantes de 172 países na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio92. Economista e analista de sistemas de informação, Sérgio de Mattos Fonseca vivia entre computadores e escritórios, no Rio de Janeiro.

O agito em torno dos temas ambientais e o espaço aberto na mídia para termos antes pouco usados - biodiversidade, ecossistemas, mudanças climáticas - acendeu uma luzinha verde na vida do empresário. Ele puxou o freio de mão na Laptops Informática e Tecnologia; fechou a empresa no auge e deu uma guinada de 180 graus: atravessou a ponte Rio-Niterói para morar em Itaipu e criou a Associação de Proteção a Ecossistemas Costeiros (APREC). Dois anos mais tarde, a ONG foi formalizada com sede em Paquetá, no endereço da pizzaria que virou ganha-pão do economista por algum tempo.

"Ao ver toda aquela discussão em torno da Rio 92 decidi: isso é o que eu quero fazer", resume. E como não queria embarcar nos temas ambientais de orelhada, voltou aos bancos de escola, mais precisamente aos bancos da faculdade de Oceanografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Veja também a galeria de fotos da restauração do mangue

"Os jovens veteranos me receberam muito bem e foram logo avisando: não vamos dar trote no senhor, não". Mas Sérgio fez questão de passar pelo ritual de iniciação como todo mundo e assim conquistou vários amigos de outras gerações.

"De início, o trabalho da APREC era muito técnico. Criamos o Cultimar, que, aliás, continua até hoje como um projeto de criação de moluscos e peixes para alimentação humana, mas com base científica, estudos, avaliações", conta. A ideia de plantar mangue surgiu da necessidade de fazer frente à especulação imobiliária e à degradação no entorno da laguna de Itaipu, em Niterói.

Uma das batalhas se deu contra os donos de uma boate localizada perto da laguna, do outro lado da rua. Eles precisavam de um estacionamento para seus clientes e não acharam "nada demais" cortar a vegetação, fazer um pequeno aterro e delimitar as vagas ali mesmo, na faixa de maré antes ocupada pelo mangue. Através da APREC, Sérgio entrou com uma ação no Ministério Público e conseguiu desfazer o malfeito.

A faixa de mangue plantada em frente à boate já fechou e não dá passagem nem para carros nem para pedestres. A circulação só é livre para caranguejos, garças, mergulhões, peixinhos e camarões. Ainda tem uma ou outra casa quebrando a integridade da paisagem, mas o cinturão verde cresce e se torna mais denso a cada ano que passa.

Outra batalha foi ao longo do molhe construído com pedras bem no meio do que era para ser mangue. Sérgio e seus ajudantes em mutirão não conseguiram remover as pedras, mas plantaram mais de 22 mil mudas de mangue, de modo a permitir que a vegetação fechasse rapidamente, restaurando o ecossistema na linha de maré.

As mudas foram plantadas dos dois lados do molhe, mas coletores de caranguejos nada preocupados com a sustentabilidade arrancaram tudo do lado voltado para a baía. "Com o tempo, o próprio mangue vai se encarregando de repovoar o que foi arrancado, lançando uma muda aqui, outra ali", comemora Sérgio. "É como no resto da laguna: fizemos o plantio em alguns pontos, mas o manguezal cresceu e fechou tudo ao redor".

"As mudas vieram de outros mangues da região, foram aclimatadas na minha casa e plantadas de acordo com a tolerância à salinidade", acrescenta. O acompanhamento do crescimento das árvores e a avaliação do valor daquele mangue restaurado se transformaram na dissertação de mestrado de Sérgio de Mattos Fonseca, em Ciência Ambiental, na Universidade Federal Fluminense (UFF), com o título: "O valor de existência de um ecossistema costeiro tropical, através da disposição ao trabalho voluntário".

Fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/especiais/florestas/cinturao-mangue-639597.shtml?page=0

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Pinguins


Aptenodytes forsteri

Características
Pingüim, nome comum de qualquer uma das diversas aves aquáticas não-voadoras do hemisfério sul, que recebem também o nome de pássaros-bobos. Em sua maior parte, vivem na Antártida e em algumas ilhas subantárticas da Nova Zelândia. Mas podem viver em regiões situadas no sul da África, Austrália e América do Sul. A maioria dos pingüins tem o peito branco e o dorso e a cabeça negros.
Devido ao fato de suas patas estarem colocadas muito para trás, assumem uma posição ereta quando estão em terra. Em cada pata existem quatro dedos, três dos quais unidos por uma membrana. A plumagem é densa, lisa e gordurosa, sabem também escapar depressa de seus principais inimigos - tubarões, baleias e, sobretudo, as focas-leopardo. Pesam de 15 a 35 kg e podem viver de 30 a 35 anos.

Reprodução
Em certa época do ano, os pingüins dirigem-se à terra (plataforma de rocha ou gelo), para depositar os ovos. A fêmea deposita um ovo, raramente dois. A forma do ninho varia, segundo a espécie do pingüim: alguns cavam uma pequena fossa, outros constroem os ninhos com pedras e há aqueles que colocam o ovo sobre as pregas da pele sobre os pés.
Entre os casais de pingüins existe a fidelidade, e o divórcio acontece somente em 25% dos casos, a causa de tanta separação é devido à má reprodução.

Vida na água
Na água do mar, estão sempre fazendo muito barulho e sempre reunidos em grupos numerosíssimos. Realizam todas as funções vitais, mesmo dormir. Flutuam facilmente graças a grande quantidade de gordura e nadam com rapidez, usando apenas as nadadeiras, servindo as patas como leme. São muito especializados para o mergulho; suas asas rígidas assemelham-se às aletas de outros vertebrados nadadores. São capazes de deslocar-se a uma velocidade de 40 km/h. Costumam passar a maior parte do tempo na água, nadando com a ajuda das asas. Podem ser vistas, embora raramente, nas praias do Rio de Janeiro e Cabo Frio, para onde são levadas pelas correntes marítimas.

Alimentação
Eles são ativos e rápidos para alcançar suas presas, o bico é robusto e comprido, adaptado a apanhar e reter crustáceos, moluscos, peixinhos, sépias e outros animais marinhos de pequeno porte, sua alimentação preferida.


Spheniscus demersus

Mansos
São muito mansos e só agridem o homem quando ele se aproxima demais do lugar onde foram postos os ovos e onde são criados os filhotes. São divertidos, simpáticos e curiosos. Se capturados ainda jovens, são facilmente domesticados, podendo até afeiçoar-se a quem os trata.

Gestação e filhotes
O período de incubação dura de 5 a 6 semanas - os pais se revezam na busca do alimento, para que o ovo nunca fique abandonado. Nas primeiras semanas de vida, o pingüim comerá alimentos que os pais já digeriram e ficará sobre a guarda permanente de um ou outro, protegido dos demais pingüins e aves como a gaivota. Quando adquire o tamanho do pai, a penugem é substituída por penas, sinal que é tempo de aprender a nadar, e é tempo de abandonar o local e voltar ao mar, onde permanecerão (por vários meses) até recomeçar o ciclo.
Pingüim-imperador

Pingüim-Imperador e Pingüim-Rei
As maiores espécies são o pingüim-imperador (Aptenodytes forsteri), que pode alcançar altura superior a 1,2 m, e depositam seus ovos (somente um ovo) nos meses mais frios (Julho e Setembro), sob tormentas de neve, ventos gelados e temperatura de 50 ou 60 graus abaixo de zero.

O pingüim-rei (Aptenodytes patagonica), que chega a medir entre 90 cm e 1 m, reproduzem-se no verão polar (de Outubro a Março).
Tanto o pingüim-imperador como o pingüim-rei, incubam o ovo aos pés, cobertos por uma dobra de pele entre as pernas, e as crias permanecem sob estas dobras protetoras por um breve tempo, apenas o suficiente para que consigam regular sua temperatura corporal. Ambos caracterizam-se por apresentar grandes manchas alaranjadas ou amarelas nos lados do pescoço.

Pingüim-de-Barbicha
O nome pingüim-de-barbicha dado aos Pygoscelis antarctica, deriva de uma faixa preta que possuem no queixo. Em caso de perigo ele foge sempre para a terra, mesmo que o perigo venha daí, e busca os pontos mais altos do terreno. Quando pressente que seus dias estão chegando ao fim, ele atinge o máximo de lugares altos como colinas, onde ficarão aguardando o próprio fim. Seu habitat preferido fica na Geórgia do Sul, na Antártida.


Pygoscelis antarctica

Pingüim-De-Olho-Amarelo
O pingüim-de-olho-amarelo (Megadyptes antipodes) vive nas ilhas ao sul da Nova Zelândia. Embora conhecido como "grão-pingüim", tem dimensões médias (75 cm).
Spheniscus demersus
O Spheniscus demersus é representante da espécie mais comum de pingüins, adapta-se aos climas mais temperados, parte da África e, às vezes, até Angola.
Spheniscus magellanicus
Spheniscus magellanicus alcança o litoral do Rio de Janeiro, indo até Cabo Frio. É a espécie mais comum de nossos zoológicos e é encontrada nas praias do litoral sul.


Eudyptes chrysolophus

Classificação científica
Reino - Animal
Sub-reino - Metazoa (metazoários)
Filo - Chordata (cordados)
Subfilo - Vertebrata (vertebrados)
Classe - Aves
Ordem - Sphenisciformes (esfenisciformes)
Gêneros e Espécies - vários

Fonte: http://www.webciencia.com/14_pinguim.htm

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Pesquisa quantifica papel de área protegida na qualidade da água


Publicado no Jornal do Commercio, em 03.09.2011. Fotos: Bernardo Soares, em 02.09.2011.

A água do Açude do Prata, numa unidade de conservação de 387 hectares da Zona Norte da capital, é tão limpa que passa por apenas um dos três estágios de tratamento empregados pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) antes de alcançar as torneiras das casas de 47 mil recifenses. Pesquisadores supõem que essa pureza se deve ao manancial estar numa área protegida: o Parque Dois Irmãos. Um equipamento instalado há 12 dias no local poderá comprovar essa hipótese.

Trata-se de uma plataforma meteorológica que fornecerá informações precisas sobre chuva, direção e velocidade dos ventos, radiação atmosférica, umidade relativa e temperatura do ar. Além desses dados, uma equipe do Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (Cepan) analisará a qualidade da água do Açude do Prata ao longo de um ano.

“Vamos comparar todos os parâmetros com os de outro manancial da Compesa, o de Tapacurá, que conta com menos proteção. Então poderemos mensurar os serviços ambientais hidrológicos prestados por uma unidade de conservação”, diz o coordenador do Projeto Água do Parque, Felipe Alcântara.

O objetivo do projeto é, ainda, quantificar esses serviços. “A Compesa evita gastos com tratamento quando usa água de mananciais de unidades de conservação. Detalhando os serviços ambientais hidrológicos prestados pela floresta e quanto a Compesa economiza com isso, será possível estimar um valor para esses serviços”, acredita o cientista ambiental.

Para o gerente de Meio Ambiente da Compesa, Eduardo Elvino, estudos desse tipo são essenciais para a companhia planejar suas estratégias de conservação. “O Açude do Prata é um dos mananciais de melhor qualidade de água de todo o nosso sistema. Muito provavelmente isso se deve à presença da Mata Atlântica no entorno”, considera.

HISTÓRIA
Além de mais limpo, o manancial é também o mais antigo em operação no abastecimento público no Estado. Integrou as obras de saneamento concluídas em 1848, pela antiga Companhia do Beberibe, que precedeu a Compesa. Tinha origem nos Açudes do Prata e de Apipucos a água pela primeira vez encanada na capital.

Hoje, o Prata fornece 130 litros por segundo. Segundo a Compesa, é responsável por 3% do abastecimento do Recife, levando água para 47 mil moradores da Zona Norte. São abastecidas pelo açude localidades como Córrego do Jenipapo, Nova Descoberta, Alto do Progresso e Alto 13 de Maio.

O projeto é financiado pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Fumbio), ligado ao Ministério do Meio Ambiente. A estação meteorológica custou R$ 30 mil.

“Com essa iniciativa, que é pioneira no Estado, vamos desenvolver também um modelo replicável. Ou seja, depois do Projeto Água do Parque, outras unidades de conservação poderão ter mensurados os serviços ambientais que presta para a manutenção dos recursos hídricos”, adianta Felipe Alcântara.

Fonte: Blog Ciência e Meio Ambiente